Olá pessoal, tudo bem? Curtindo as férias bem prolongadas?
Quero agradecer de público a minha amiga, professora Graça, pela gentileza em contribuir para a criação deste blog. Em nome da turma do 6º período de Pedagogia da FAEC, agradeço de coração pelo incentivo e ajuda na manuseio das informações que constam neste espaço que, espero, seja de muita troca de conhecimento e sabedoria. Mil beijos amiga. Saúde, sucesso e tudo de bom que houver nessa vida. prof Lucia.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Língua
Portuguesa no Ensino Fundamental
O foco principal do Curso
de Pedagogia, Licenciatura Plena, objetiva a formação
professores com Habilitações em Pré-Escolar e Ensino das Séries Iniciais (1º ao
5º) do Ensino Fundamental, bem como em Administração e Supervisão Escolar do
Ensino Fundamental e Médio. E todo o processo de formação desse profissional
ocorre mediante estudos teóricos e práticos. Sendo assim, como forma de estudos
foram realizadas em sala de aula várias atividades relacionadas a linguagem oral
e escrita dentro da disciplina de língua portuguesa.
Em nossas aulas se abordava que escrever e ler faz parte de um longo
processo ligado a participação em práticas sociais de leitura e escrita, pois
conforme o PCN, no segundo ciclo espera-se que o aluno já tenha aprendido
escrever alfabeticamente e já realize atividades de leitura e escrita com maior
independência.
Num conceito simples a respeito de texto, compreendemos que texto é um conjunto
de palavras e frases bem articulado e com intenção comunicativa, escrita sobre
um suporte. Também abordou-se acerca das
variedades linguística e percebemos que não existe apenas uma forma de
falar ou de escrever; falou-se de letramento e nele as crianças
podem utilizar recursos da língua escrita em momentos de fala, mesmo antes de
serem alfabetizadas. Esse aprendizado se dá a partir da convivência entre os
indivíduos: crianças/ adultos, crianças/crianças e com materiais escritos
disponíveis em livros, revistas, cartazes, rótulos de embalagens, entre outros.
De acordo com os trabalhos apresentados na sala de aula sobre a Língua
Portuguesa, observamos que a linguagem oral e escrita deve estar presente em
todo o processo de ensino e aprendizagem, sendo necessário que o professor
selecione os materiais didáticos de modo a auxiliar a compreensão dos alunos
para os diferentes usos que as práticas sociais da leitura e da escrita assumem.
Vários
grupos explicaram a questão dos níveis de escrita e de aprendizagem, com
destaque para o trabalho com a leitura de imagens como facilitador da interação dos
alunos que ainda não dominam a escrita. Outro
recurso nesse processo de aquisição da escrita e formação de leitor são os
jogos. Eles também fazem parte do desenvolvimento da criança, pois trabalhar
com o raciocino, a mente fica mais ativa, possibilitando melhor aprendizado. Com
os jogos podem ser trabalhadas as regras que possibilitam ao aluno respeito
pelas regras de convivência e pelo próximo.
Podemos
afirmar que com essas aulas adquirimos mais conhecimentos com relação à língua
portuguesa e como trabalhar em sala de aula.
“Ninguém ignora tudo.
Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma
coisa. Por isso aprendemos sempre.”
(Paulo freire)
“Jogo da Memória Letras e Números”
Pode ser trabalhado de 3º ao 5º ano.
“O que é? O que é?”
Pode ser trabalhado no 4º ano.
Enviado por : Izabel da Silva; Manoel
Marinho; Poliana Xavier; Simone Plakitken
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Os Diversos Níveis de Aprendizado em Língua Portuguesa
Neste trabalho iremos relatar sobre os principais pontos estudados na língua portuguesa, onde se destacam o trabalho com a linguagem oral, escrita e produção de texto, o trabalho com os níveis da escrita e analise crítica com relação ao livro didático embasado no PCN de língua portuguesa, mostrando assim, que em língua portuguesa é possível ter um aprendizado significativo trabalhando também com jogos.
Ao relembrar das explicações referentes ao trabalho com a Língua Portuguesa no Ensino Fundamental, observamos que o trabalho com a língua oral e escrita deve estar presente em todo o processo de ensino e aprendizagem, sendo necessário que o professor selecione os materiais didáticos e considerar que os alunos são cidadãos que utilizam a leitura e a oralidade em sua prática social, esta atividade, portanto, não pode ser vista simplesmente como um mecanismo de leitura e oralidade, que visa decifrar a palavra e a fala, sem que seu significado esteja presente, deixando de lado a verdadeira função da oralidade e da leitura, que é de proporcionar uma aprendizagem que desenvolve habilidades de reflexão, expande conhecimentos e permite o individuo agir na sociedade de uma maneira crítica e reflexiva.
É importante que o professor saiba valorizar o conhecimento dos alunos, pois cada aluno já traz consigo certo aprendizado, desta forma o professor deve saber o modo como vai trabalhar em sala. Em relação a produção o professor deve introduzir temas que faça sentido as crianças, trazendo contexto relacionados ao cotidiano, pois assim a criança estará se integrando e vivenciando a sociedade no qual ela esta inserida.
Sabe-se que existem vários níveis de escrita e de aprendizagem, diante desse fato, o trabalho com a leitura de imagens facilita a interação dos alunos que ainda não dominam a escrita, o professor deve então basear-se nestas fazes e aplicar atividades adequadas e que estimulem a curiosidade das crianças, para que assim as mesmas possam evoluir dentro destas etapas:
Ø PRÉ-SILÁBICO I: o aluno pensa que se escreve com desenhos;
Ø PRÉ-SILÁBICO II: o aluno já sabe que não se escreve com desenhos, usa algum tipo de sinal ou rabisco;
Ø SILÁBICO: o aluno já sabe que as letras representam os sons da fala;
Ø ALFABÉTICO: o aluno já compreende e escreve usando letras do alfabeto, descobrindo assim, que cada letra representa um som da fala e que é necessário junta-las.
De acordo com as apresentações e com a nossa analise crítica do livro didático, compreendemos que o mesmo trabalha a língua oral e escrita, e por sua vez, precisa conter em seu interior conteúdos que favoreçam a produção de textos, análise e reflexão sobre a língua, e de acordo com o que esta embasado no PCN, que diz que, a oralidade e a escrita caminham de mãos dadas, são uma junção, pois os alunos devem saber ler e entender, produzir textos corretamente e ortograficamente escritos, o PCN relata ainda que, a leitura é um objeto fundamental de ensino, e que é importante que o professor ensine o aluno a não simplesmente ler e sim ensine-o a decodificar textos.
Os jogos são atividades específicas da infância, nas quais as crianças recriam a realidade usando sistemas simbólicos, sendo uma atividade com contexto cultural e social, o professor utilizando o jogo, de certa forma está desafiando a criança a pensar e resolver situações problemáticas, e isto estimula o raciocínio lógico, a ordenação de tempo e espaço. Além da interação o jogo proporciona um mecanismo para desenvolver a memória, a linguagem, a atenção, a percepção, a criatividade e habilidade para melhor desenvolver a aprendizagem da criança.
Com estas aulas e até mesmo com a realização deste texto, conseguimos compreender mais um pouco, sobre a aprendizagem do aluno, e o quanto é importante para nós futuros educadores o planejamento de nossas aulas, que devemos sempre nesta hora termos em mente os nossos alunos, para que possamos construir neles um conhecimento significativo de uma forma descontraída e agradável.
“Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”. (Paulo Freire).
JOGOS EDUCATIVOS
“Detonando os Erros”
Pode ser trabalhado de 4º ao 5º ano.
“Caça Palavras”
Pode ser trabalhado de 3º ao 5º ano.
“Cruzadinha”
Pode ser trabalhado de 4º ao 5º ano.
“O que é? O que é?”
Pode ser trabalhado de 4º ano.
“Quebra Cabeça”
Pode ser trabalhado de 4º ao 5º ano.
“Jogo da Memória”
Pode ser trabalhado de 4º ano.
“Jogo de Memória A B C D E”
Pode ser trabalhado de 1º ao 5º ano.
Pode ser trabalhado de 3º ao 5º ano.
Grupo: Daiane Morais
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
O Processo de Alfabetização
O processo de alfabetização
O texto que segue trata-se de uma análise critica de língua portuguesa sobre os conteúdos tratados na disciplina de português discutidos em sala de aula sob diversos enfoques, dentre eles: estratégias de trabalho com a oralidade, leitura e escrita disponíveis em artigos de periódicos como Nova Escola, Pátio, Alfabetização; leituras e debates sobre as diretrizes dos PCNs quanto ao trabalho com a língua materna no ensino fundamental e a articulação com os assuntos trazidos nos livros didáticos da área da língua portuguesa, bem como as diferentes e importantes fases da escrita alfabética pelas quais passam os alunos no período de alfabetização.
O ensino da língua portuguesa tem provocado discussão acerca da forma de abordagem que tem se preocupado, em alguns casos com somente juntar palavras para formar frases, juntar frases para formar textos, deixando a desejar a exploração das quatros habilidades linguísticas básicas são: a fala, a escuta, a leitura e a escrita. Num ensino da língua materna alguns pontos são relevantes: a observação quanto à sequenciação dos conteúdos, os conhecimentos anteriores dos alunos em relação ao que se pretende ensinar, o aprofundamento de cada conteúdo e a compreensão dos alunos nos diferentes momentos da aprendizagem.
A escola não ensina o aluno a falar, pois isso é algo que a criança aprende muito antes da idade escolar. Já a formação de leitores é algo que requer condições favoráveis, por isso o educador precisa organizar momentos de leitura nos quais alunos e professores compartilhem experiências leitoras. Da mesma forma para a produção textual; não se escreve sem referências, então ter um ambiente em que diversas formas de escrita e textos estejam disponíveis é fundamental.
O Artigo da revista Nova Escola Ler por prazer, apresentado e discutido em sala, é uma matéria importante, pois fala muito da leitura que, nos dias atuais, ainda precisa ser intensificada em nosso país, uma vez que nem a metade da população lê por prazer, principalmente os estudantes. Diante disso, a escola, como local de análise do contexto social, precisa organizar atividades que privilegiem a leitura como forma de compreender e mudar o contexto sócio-político-cultural vigente. Nesse sentido, pessoas como professores, coordenadores escolares devem sempre estimular a leitura, pois através dela o interesse do aluno por questões que estão ao seu redor será despertado e, possivelmente, ele desejará ler mais para se descobrir.
Acadêmicas :Lucinéia ,Vanete,vanuzirene e Cristiane.
Jogos de português .http://www.soportugues.com.br/secoes/portuguesinho/ http://www.soportugues.com.br/secoes/portuguesinho/
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Comunicado
Olá turma, quero lembrar aos grupos que ainda não postaram seus textos e jogos que o façam até sexta-feira, dia 16/11, pois tenho pouco tempo para computar todas as participações. Aos grupos que já fizeram suas postagens, PARABÉNS, pois cumprir prazos é uma virtude que precisa ser mais cultivada. Mil beijos para vocês, apreciei os jogos, com alguns me diverti e aprendi bastante. Se eu gostei, pensem em quanto atividades assim darão prazer para nossas crianças ao estudarem a língua portuguesa!!!. A todos muita saúde, amor e paz. Uma vida plena de bençãos, dádivas, felicidades e muito... JUÍZO, rsrsrsr. Aposto que pensaram que escreveria DINHEIRO. Ele é, sem dúvida, um bem necessário, mas terão que fazer jus a ele, assim como para possuir os outros bens. Feliz Natal, Feliz 2013. Beijos, beijocas e beijões. Prof Lucia.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Trabalhando com as crianças a oralidade, leitura e escrita
Ao estudarmos a Língua Portuguesa muitas vezes nos deparamos com algumas dificuldades, por isso, fomos solicitados a fazer um trabalho sobre oralidade, leitura e escrita que são primordiais para o desenvolvimento dos educandos e assim encontrar métodos de melhoria do rendimento do aluno.
Por isso que através dos debates realizados durante as aulas podemos constatar no que se refere ao trabalho docente para a ampliação ou aquisição da leitura, escrita e oralidade é necessária uma prática voltada para o conhecimento prévio do aluno, trabalhos que explorem a leitura, escrita e oralidade, e principalmente o hábito de ler que o professor deve ter, pois a sua pratica de ler incentiva os educandos.
A escola deve incentivar a leitura, mesmo antes do aluno aprender a decifrar códigos, pois pode-se explorar a leitura de imagem, o contar histórias e possibilitar que os alunos também contem histórias. É preciso trabalhar assim, não apenas a leitura, mas também a oralidade como algo a ser desenvolvido e não corrigido, respeitando a variedade linguística presente no ambiente escolar. A construção da escrita é processual, contendo várias fases que são necessárias para a evolução da prática de escrever, por que conforme o aluno vai descobrindo desvenda o significado da escrita e como ela se representa.
Os livros didáticos de língua portuguesa, embora muito criticado, são elaborados de acordo com o que os PCNs propõem quanto à exploração da linguagem oral, o trabalho com a escrita é adequado a serie, diversidades de textos, produção autônoma, trabalhos tanto individual quanto em grupo, estudo de temas transversais e leitura e escrita significativas. Conforme o PCN (1998), conhecer aspectos gramaticais não é garantia de uma boa produção textual (p.49).
Portanto é fundamental que o professor esteja preparado para estar trabalhando uma prática voltada ao conhecimento e desenvolvimento da linguagem oral e escrita de forma contextualizada e adequado a série, respeitando a capacidade de cada aluno.
Acadêmicas: Elizangela Alves, Josy Fereirra, Nilda Saturrnino, Raquel de Oliveira e Suelen Maria
Atividades educativasjogo ortografico
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Texto Critico
Diversidade a favor
das aprendizagens
O texto que se
segue trata-se de uma análise critica sobre os conteúdos tratados na disciplina
de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental discutidos nas aulas sob diversos
enfoques, dentre eles: estratégias de trabalho com a oralidade, leitura e
escrita disponíveis em artigos de periódicos como Nova Escola, Pátio,
Alfabetização; leituras e debates sobre as diretrizes dos PCNs quanto ao
trabalho com a língua materna nos anos iniciais do ensino fundamental e a articulação
com os conteúdos trazidos nos livros didáticos da área da língua portuguesa,
bem como as diferentes e importantes fases da escrita alfabética pelas quais
passam os alunos no período de alfabetização.
O artigo, tratava de alfabetização em diversas
etapas do ensino fundamental. Esse tema se falava de um artigo escrito por
Adriana Almeida Oliveira, é professora polivalente há, mas de dez anos. Tem que
lecionar todas as disciplinas não é seu único desafio. Ela leciona em uma sala
multisseriada e precisa garantir que 16 alunos com diferentes idades (entre 5
e11anos) e níveis (da pré-escola à 4° série) dominem os conteúdos.
As
diversidades da educação são relevantes quando se tem um bom motivo para não
desistir, foi isso que motivou Adriana a perseverar e atingir o objetivo
trançado em seu projeto.
A professora
Adriana fez bem em realizar essas atividades com os alunos apesar de diferentes
idades, a professora conseguiu conciliares, as atividades de sala de aula e a
socialização entre as crianças. Sendo assim o método da professora foi de
grande valia pois, o desempenho dos alunos foi muito além do que esperavam.
Todos
nos temos objetivos que pretendemos alcançar, objetivos esses que a professora
Adriana conseguiu, com seu método de ensinar.
SITE JOGOS DE PORTUGUES
http://www.escolagames.com.br/jogos/sopaLetrinhas/
GRUPO: Danyella Silva Oliveira, Aline Pereira dos Anjos, Eliza Rodrigues e Elieze Antunes
LEITURA, ESCRITA E ORALIDADE
De acordo com as apresentações em sala de aula,
podemos perceber a grande importância da leitura, escrita e oralidade os três
pilares da língua portuguesa, reconhecer a sua importância e qual a melhor
maneira para se trabalhar esses temas. E o nosso aliado livro didático traz
ótimas atividades para que esse aprendizado aconteça.
Neste sentido, compreendemos que a oralidade é
proposta a partir de atividades para responder questões oralmente, e de muita
leitura compartilhada e o livro didático também traz várias outras atividades
para incentivar a criança a perder o medo de falar tanto em sala de aula quanto
em público. Cabe aos professores tentar inibir a vergonha de seus alunos
trabalhando com a oralidade e a leitura.
De acordo com o livro que estudamos e com relatos
dos colegas, vimos que a escrita é um ponto muito tocado e muito importante
principalmente no livro porta aberta, que analisamos, pois em se tratar de alfabetização tem
que ser de uma maneira que estimule a sua curiosidade ex: fazendo bilhetes,
recontando histórias, escrevendo como foi seu final de semana, escrever nomes
dos colegas e várias outras atividades o livro nos mostrou.
Entretanto os PCNS colocam que cabe à escola ensinar o aluno a utilizar a linguagem oral e escrita no planejamento e realização de apresentações públicas. Trata-se de propor situações didáticas nas quais essas atividades façam sentido de fato, pois é descabido treinar um nível mais formal da fala, tomando como mais apropriado para todas as situações. A aprendizagem de procedimentos apropriados de fala e de escuta, em contextos públicos, dificilmente ocorrerá se a escola não tomar para si a tarefa de promovê-la.
Entretanto os PCNS colocam que cabe à escola ensinar o aluno a utilizar a linguagem oral e escrita no planejamento e realização de apresentações públicas. Trata-se de propor situações didáticas nas quais essas atividades façam sentido de fato, pois é descabido treinar um nível mais formal da fala, tomando como mais apropriado para todas as situações. A aprendizagem de procedimentos apropriados de fala e de escuta, em contextos públicos, dificilmente ocorrerá se a escola não tomar para si a tarefa de promovê-la.
Outro ponto muito importante a ser trabalhado, é a
leitura ela pode ser feita de várias maneiras, através de imagens, de textos
críticos, leituras infantis, contos, parlenda existem muitos tipos de textos
que podem ser trabalhados com as crianças, mas para incentivar a leitura tem
que ser textos que estimulem a curiosidade deles.
A leitura é um caminho que leva a criança a
desenvolver a imaginação, emoções e sentimentos de forma prazerosa e
significativa. Uma maneira que o livro nos mostra para estimular a escrita e a
leitura seria a produção de textos. Os alunos produzem seus textos e em seguida
fazem uma leitura compartilhada dessa atividade, e através disso vimos que os
conteúdos do livro didático estão organizados de uma maneira a favorecer o uso- reflexão-uso.
E com este trabalho percebemos a grande importância
do livro didático, e também compreendemos que o livro deve ser bem escolhido
pelo professor, porque será o seu suporte para dar suas aulas, mesmo com a sua
importância o professor jamais deve se prender ao livro didático.
Grupo da Elaine, Franciely Cristina, Josilene Borges, Roseni Tristao, Rosiane Lucas e Simone Ribeiro
sábado, 10 de novembro de 2012
O Ensino de Português na Prática.
Com intuito de conhecermos a prática, após estudado
a teoria, fomos incumbidos de
desenvolver o trabalho de língua portuguesa, envolvendo a oralidade, escrita
juntamente com a linguística trabalhada nos textos estudados.
No primeiro momento pesquisamos sobre a
alfabetização em Paulo Freire, que nos mostrou a necessidade do professor
trabalhar o contexto real com o aluno. Após as explicações
referentes ao trabalho em sala de aula sobre a Língua Portuguesa, nosso
grupo observou que o trabalho com a língua oral e escrita deve estar
presente em todo o processo de ensino e aprendizagem dos alunos.
Baseado nos estudos dos livros didáticos
apresentados em sala de aula foi possível perceber que os livros didáticos
trazem uma sequencia didática que favorece o ensino do aluno de forma
contextualizada, apesar de não termos feito análise nas séries iniciais,
notamos que no primeiro ciclo do ensino fundamental, o professor acompanha mais
de perto, construindo o saber juntamente com o aluno, o que é menos frequente
nos anos finais em que os alunos já trabalham mais individualmente.
Sendo que no ensino médio é cobrado algo que eles
nem aprenderam no ensino fundamental devido a este precário acompanhamento do
professor, pois quando há esse procedimento desde a primeira etapa de ensino,
nas demais o aprendiz estará mais apto a praticar o que aprendeu.
Na turma que pesquisamos, 9º ano, o livro didático
trazia uma sequência didática coerente com os objetivos proposto para o
nível de ensino; trazia ainda várias
situações comunicativas, como diálogo, leitura compartilhada, trabalho com a
oralidade e a escrita dentro de vários contextos culturais, além dos gêneros como poéticos, informativos etc.
Com relação às atividades propostas, ela é colocada
de forma problematizadora, incluindo a linguística como os fonemas em algumas
palavras. O livro trouxe também temas transversais, dentro do contexto do dia a
dia do aluno com intuito de provocar nele a reflexão seguido de uma
interpretação a ser construída.
Em relação à leitura é muito importante o
professor apresentar a diversidade textual, a fim de que os alunos desde cedo
aprendam a interpretar a escrita, não se tornando, assim, analfabetos
funcionais, ao contrário, é preciso oferecer aos alunos inúmeras oportunidades
de aprenderem a ler usando os procedimentos dos bons leitores. O trabalho com a
leitura de imagens facilita a interação dos alunos que ainda não dominam a
escrita, mas devem ser incluídos desde cedo no processo de leitura para
auxiliar na expressão do conhecimento dos alunos.
O desenvolvimento da oralidade, a leitura e a
escrita está previsto nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), com o
intuito de aperfeiçoar a prática pedagógica na sala de aula, contribuindo para
uma formação participativa dos educandos nas atividades do cotidiano escolar.
Com intuito de conhecermos a prática, após estudado
a teoria, fomos incumbidos de
desenvolver o trabalho de língua portuguesa, envolvendo a oralidade, escrita
juntamente com a linguística trabalhada nos textos estudados. No primeiro momento pesquisamos sobre a
alfabetização em Paulo Freire, que nos mostrou a necessidade do professor
trabalhar o contexto real com o aluno. Após as explicações
referentes ao trabalho em sala de aula sobre a Língua Portuguesa, nosso
grupo observou que o trabalho com a língua oral e escrita deve estar
presente em todo o processo de ensino e aprendizagem dos alunos.
Baseado nos estudos dos livros didáticos
apresentados em sala de aula foi possível perceber que os livros didáticos
trazem uma sequencia didática que favorece o ensino do aluno de forma
contextualizada, apesar de não termos feito análise nas séries iniciais,
notamos que no primeiro ciclo do ensino fundamental, o professor acompanha mais
de perto, construindo o saber juntamente com o aluno, o que é menos frequente
nos anos finais em que os alunos já trabalham mais individualmente. Sendo que no ensino médio é cobrado algo que eles
nem aprenderam no ensino fundamental devido a este precário acompanhamento do
professor, pois quando há esse procedimento desde a primeira etapa de ensino,
nas demais o aprendiz estará mais apto a praticar o que aprendeu. Na turma que pesquisamos, 9º ano, o livro didático
trazia uma sequência didática coerente com os objetivos proposto para o
nível de ensino; trazia ainda várias
situações comunicativas, como diálogo, leitura compartilhada, trabalho com a
oralidade e a escrita dentro de vários contextos culturais, além dos gêneros como poéticos, informativos etc.
Com relação às atividades propostas, ela é colocada
de forma problematizadora, incluindo a linguística como os fonemas em algumas
palavras. O livro trouxe também temas transversais, dentro do contexto do dia a
dia do aluno com intuito de provocar nele a reflexão seguido de uma
interpretação a ser construída.
Em relação à leitura é muito importante o
professor apresentar a diversidade textual, a fim de que os alunos desde cedo
aprendam a interpretar a escrita, não se tornando, assim, analfabetos
funcionais, ao contrário, é preciso oferecer aos alunos inúmeras oportunidades
de aprenderem a ler usando os procedimentos dos bons leitores. O trabalho com a
leitura de imagens facilita a interação dos alunos que ainda não dominam a
escrita, mas devem ser incluídos desde cedo no processo de leitura para
auxiliar na expressão do conhecimento dos alunos.
O desenvolvimento da oralidade, a leitura e a
escrita está previsto nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), com o
intuito de aperfeiçoar a prática pedagógica na sala de aula, contribuindo para
uma formação participativa dos educandos nas atividades do cotidiano escolar.
Ensino de Língua Portuguesa - oralidade, escrita e leitura
A oralidade, a leitura e a escrita estão presentes em nosso cotidiano de forma articulada. Uma contribui para o desenvolvimento da outra. Diante disso, uma das principais tarefas da escola é fazer com que todos os educandos tenham o conhecimento e o domínio das múltiplas funções da linguagem, pois esta possui diferentes manifestações e tem por objetivo a ação da comunicação entre as pessoas.
Sendo assim, após as explicações referentes ao trabalho com a Língua Portuguesa no Ensino Fundamental, observamos que a língua oral e escrita deve estar presente em todo o processo de ensino e aprendizagem. Sabendo que o professor deve valorizar o conhecimento dos alunos, o trabalho pode então se desenvolver de forma diversificada. Em relação à leitura é importante apresentar as diversidades textuais, a fim de que os alunos desde cedo aprendam a interpretar a escrita, não se tornando, assim, analfabetos funcionais.
O trabalho com a leitura de imagens facilita a interação dos alunos que ainda não dominam a verbalização da escrita, desde que eles sejam incluídos desde cedo no processo de leitura, proporcionando assim, um auxílio na expressão de seu conhecimento. No que se refere à escrita, o aluno pode ser instigado a escrever e re-escrever a fim de analisar os erros gramaticais, a coerência e a coesão textual para que se possa produzir um texto de qualidade. Quando o aluno ainda não está alfabetizado, é importante propor atividades que explorem os diversos gêneros textuais para que nele desperte a curiosidade e inicie a escrita, mesmo que não seja da forma convencional.
Falar em público não é tarefa fácil, e cabe à escola desenvolver esta habilidade nos educandos desde os anos iniciais da educação básica. Para isso é importante que o professor proporcione momentos de brincadeiras, jogos e seminários, debates para desenvolver a expressão e a comunicação. Desenvolver a oralidade, a leitura e a escrita está previsto nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), com o intuito de otimizar a prática pedagógica na sala de aula, contribuindo para uma formação participativa dos educandos nas atividades do cotidiano escolar que privilegiam o uso-reflexão-uso da Língua Portuguesa.
Diante da exposição do tripé da Língua Portuguesa, chegamos a conclusão da importância de inserir o aluno no processo de ensino-aprendizagem, desenvolvendo um conhecimento significativo como: trabalhos em grupos, debates, contação de histórias, dramatização, considerando o nível de desenvolvimento cognitivo do aluno. Sendo assim um sujeito atuante, que sente liberdade, prazer e gosto em ser alfabetizado, sentindo-se valorizado ao participar desse processo.
Sendo assim, após as explicações referentes ao trabalho com a Língua Portuguesa no Ensino Fundamental, observamos que a língua oral e escrita deve estar presente em todo o processo de ensino e aprendizagem. Sabendo que o professor deve valorizar o conhecimento dos alunos, o trabalho pode então se desenvolver de forma diversificada. Em relação à leitura é importante apresentar as diversidades textuais, a fim de que os alunos desde cedo aprendam a interpretar a escrita, não se tornando, assim, analfabetos funcionais.
O trabalho com a leitura de imagens facilita a interação dos alunos que ainda não dominam a verbalização da escrita, desde que eles sejam incluídos desde cedo no processo de leitura, proporcionando assim, um auxílio na expressão de seu conhecimento. No que se refere à escrita, o aluno pode ser instigado a escrever e re-escrever a fim de analisar os erros gramaticais, a coerência e a coesão textual para que se possa produzir um texto de qualidade. Quando o aluno ainda não está alfabetizado, é importante propor atividades que explorem os diversos gêneros textuais para que nele desperte a curiosidade e inicie a escrita, mesmo que não seja da forma convencional.
Falar em público não é tarefa fácil, e cabe à escola desenvolver esta habilidade nos educandos desde os anos iniciais da educação básica. Para isso é importante que o professor proporcione momentos de brincadeiras, jogos e seminários, debates para desenvolver a expressão e a comunicação. Desenvolver a oralidade, a leitura e a escrita está previsto nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), com o intuito de otimizar a prática pedagógica na sala de aula, contribuindo para uma formação participativa dos educandos nas atividades do cotidiano escolar que privilegiam o uso-reflexão-uso da Língua Portuguesa.
Diante da exposição do tripé da Língua Portuguesa, chegamos a conclusão da importância de inserir o aluno no processo de ensino-aprendizagem, desenvolvendo um conhecimento significativo como: trabalhos em grupos, debates, contação de histórias, dramatização, considerando o nível de desenvolvimento cognitivo do aluno. Sendo assim um sujeito atuante, que sente liberdade, prazer e gosto em ser alfabetizado, sentindo-se valorizado ao participar desse processo.
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