Com intuito de conhecermos a prática, após estudado
a teoria, fomos incumbidos de
desenvolver o trabalho de língua portuguesa, envolvendo a oralidade, escrita
juntamente com a linguística trabalhada nos textos estudados.
No primeiro momento pesquisamos sobre a
alfabetização em Paulo Freire, que nos mostrou a necessidade do professor
trabalhar o contexto real com o aluno. Após as explicações
referentes ao trabalho em sala de aula sobre a Língua Portuguesa, nosso
grupo observou que o trabalho com a língua oral e escrita deve estar
presente em todo o processo de ensino e aprendizagem dos alunos.
Baseado nos estudos dos livros didáticos
apresentados em sala de aula foi possível perceber que os livros didáticos
trazem uma sequencia didática que favorece o ensino do aluno de forma
contextualizada, apesar de não termos feito análise nas séries iniciais,
notamos que no primeiro ciclo do ensino fundamental, o professor acompanha mais
de perto, construindo o saber juntamente com o aluno, o que é menos frequente
nos anos finais em que os alunos já trabalham mais individualmente.
Sendo que no ensino médio é cobrado algo que eles
nem aprenderam no ensino fundamental devido a este precário acompanhamento do
professor, pois quando há esse procedimento desde a primeira etapa de ensino,
nas demais o aprendiz estará mais apto a praticar o que aprendeu.
Na turma que pesquisamos, 9º ano, o livro didático
trazia uma sequência didática coerente com os objetivos proposto para o
nível de ensino; trazia ainda várias
situações comunicativas, como diálogo, leitura compartilhada, trabalho com a
oralidade e a escrita dentro de vários contextos culturais, além dos gêneros como poéticos, informativos etc.
Com relação às atividades propostas, ela é colocada
de forma problematizadora, incluindo a linguística como os fonemas em algumas
palavras. O livro trouxe também temas transversais, dentro do contexto do dia a
dia do aluno com intuito de provocar nele a reflexão seguido de uma
interpretação a ser construída.
Em relação à leitura é muito importante o
professor apresentar a diversidade textual, a fim de que os alunos desde cedo
aprendam a interpretar a escrita, não se tornando, assim, analfabetos
funcionais, ao contrário, é preciso oferecer aos alunos inúmeras oportunidades
de aprenderem a ler usando os procedimentos dos bons leitores. O trabalho com a
leitura de imagens facilita a interação dos alunos que ainda não dominam a
escrita, mas devem ser incluídos desde cedo no processo de leitura para
auxiliar na expressão do conhecimento dos alunos.
O desenvolvimento da oralidade, a leitura e a
escrita está previsto nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), com o
intuito de aperfeiçoar a prática pedagógica na sala de aula, contribuindo para
uma formação participativa dos educandos nas atividades do cotidiano escolar.
Com intuito de conhecermos a prática, após estudado
a teoria, fomos incumbidos de
desenvolver o trabalho de língua portuguesa, envolvendo a oralidade, escrita
juntamente com a linguística trabalhada nos textos estudados. No primeiro momento pesquisamos sobre a
alfabetização em Paulo Freire, que nos mostrou a necessidade do professor
trabalhar o contexto real com o aluno. Após as explicações
referentes ao trabalho em sala de aula sobre a Língua Portuguesa, nosso
grupo observou que o trabalho com a língua oral e escrita deve estar
presente em todo o processo de ensino e aprendizagem dos alunos.
Baseado nos estudos dos livros didáticos
apresentados em sala de aula foi possível perceber que os livros didáticos
trazem uma sequencia didática que favorece o ensino do aluno de forma
contextualizada, apesar de não termos feito análise nas séries iniciais,
notamos que no primeiro ciclo do ensino fundamental, o professor acompanha mais
de perto, construindo o saber juntamente com o aluno, o que é menos frequente
nos anos finais em que os alunos já trabalham mais individualmente. Sendo que no ensino médio é cobrado algo que eles
nem aprenderam no ensino fundamental devido a este precário acompanhamento do
professor, pois quando há esse procedimento desde a primeira etapa de ensino,
nas demais o aprendiz estará mais apto a praticar o que aprendeu. Na turma que pesquisamos, 9º ano, o livro didático
trazia uma sequência didática coerente com os objetivos proposto para o
nível de ensino; trazia ainda várias
situações comunicativas, como diálogo, leitura compartilhada, trabalho com a
oralidade e a escrita dentro de vários contextos culturais, além dos gêneros como poéticos, informativos etc.
Com relação às atividades propostas, ela é colocada
de forma problematizadora, incluindo a linguística como os fonemas em algumas
palavras. O livro trouxe também temas transversais, dentro do contexto do dia a
dia do aluno com intuito de provocar nele a reflexão seguido de uma
interpretação a ser construída.
Em relação à leitura é muito importante o
professor apresentar a diversidade textual, a fim de que os alunos desde cedo
aprendam a interpretar a escrita, não se tornando, assim, analfabetos
funcionais, ao contrário, é preciso oferecer aos alunos inúmeras oportunidades
de aprenderem a ler usando os procedimentos dos bons leitores. O trabalho com a
leitura de imagens facilita a interação dos alunos que ainda não dominam a
escrita, mas devem ser incluídos desde cedo no processo de leitura para
auxiliar na expressão do conhecimento dos alunos.
O desenvolvimento da oralidade, a leitura e a
escrita está previsto nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), com o
intuito de aperfeiçoar a prática pedagógica na sala de aula, contribuindo para
uma formação participativa dos educandos nas atividades do cotidiano escolar.
Oi grupo, o texto agora está mais parecido com vocês, rsrsrs.Espero que os conhecimentos adquiridos no decurso do semestre sirvam para torná-los profissionais e pessoas mais humanas e preparadas para serem o diferencial que a educação brasileira precisa. Mil beijos e muito sucesso. Prof Lucia
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