segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Texto Critico

Diversidade a favor das aprendizagens


O texto que se segue trata-se de uma análise critica sobre os conteúdos tratados na disciplina de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental discutidos nas aulas sob diversos enfoques, dentre eles: estratégias de trabalho com a oralidade, leitura e escrita disponíveis em artigos de periódicos como Nova Escola, Pátio, Alfabetização; leituras e debates sobre as diretrizes dos PCNs quanto ao trabalho com a língua materna nos anos iniciais do ensino fundamental e a articulação com os conteúdos trazidos nos livros didáticos da área da língua portuguesa, bem como as diferentes e importantes fases da escrita alfabética pelas quais passam os alunos no período de alfabetização. 

             O artigo, tratava de alfabetização em diversas etapas do ensino fundamental. Esse tema se falava de um artigo escrito por Adriana Almeida Oliveira, é professora polivalente há, mas de dez anos. Tem que lecionar todas as disciplinas não é seu único desafio. Ela leciona em uma sala multisseriada e precisa garantir que 16 alunos com diferentes idades (entre 5 e11anos) e níveis (da pré-escola à 4° série) dominem os conteúdos.

         Adriana tem trabalhado em um projeto onde a idéia era ensinar procedimentos de leitura e escrita, conteúdo fundamental a todas as crianças. Com um projeto didático sobre animais em extinção, ela conseguiu em quatro meses alfabetizar todos os pequenos e transformar os maiores em leitores e escritores proficientes. (Esse artigo consta na revista “Nova Escola do mês 01 e 02 de 2012”).

As diversidades da educação são relevantes quando se tem um bom motivo para não desistir, foi isso que motivou Adriana a perseverar e atingir o objetivo trançado em seu projeto.

A professora Adriana fez bem em realizar essas atividades com os alunos apesar de diferentes idades, a professora conseguiu conciliares, as atividades de sala de aula e a socialização entre as crianças. Sendo assim o método da professora foi de grande valia pois, o desempenho dos alunos foi muito além do que esperavam.

            Todos nos temos objetivos que pretendemos alcançar, objetivos esses que a professora Adriana conseguiu, com seu método de ensinar.

SITE JOGOS DE PORTUGUES
http://www.escolagames.com.br/jogos/sopaLetrinhas/
                                                                                                    
http://www.soportugues.com.br/secoes/jogos/forca/forca.html

GRUPO: Danyella Silva Oliveira, Aline Pereira dos Anjos, Eliza Rodrigues e Elieze Antunes

LEITURA, ESCRITA E ORALIDADE
De acordo com as apresentações em sala de aula, podemos perceber a grande importância da leitura, escrita e oralidade os três pilares da língua portuguesa, reconhecer a sua importância e qual a melhor maneira para se trabalhar esses temas. E o nosso aliado livro didático traz ótimas atividades para que esse aprendizado aconteça.
Neste sentido, compreendemos que a oralidade é proposta a partir de atividades para responder questões oralmente, e de muita leitura compartilhada e o livro didático também traz várias outras atividades para incentivar a criança a perder o medo de falar tanto em sala de aula quanto em público. Cabe aos professores tentar inibir a vergonha de seus alunos trabalhando com a oralidade e a leitura.
De acordo com o livro que estudamos e com relatos dos colegas, vimos que a escrita é um ponto muito tocado e muito importante principalmente no livro porta aberta, que analisamos, pois em se tratar de alfabetização tem que ser de uma maneira que estimule a sua curiosidade ex: fazendo bilhetes, recontando histórias, escrevendo como foi seu final de semana, escrever nomes dos colegas e várias outras atividades o livro nos mostrou.
      Entretanto os PCNS colocam que cabe à escola ensinar o aluno a utilizar a linguagem oral e escrita no planejamento e realização de apresentações públicas. Trata-se de propor situações didáticas nas quais essas atividades façam sentido de fato, pois é descabido treinar um nível mais formal da fala, tomando como mais apropriado para todas as situações. A aprendizagem de procedimentos apropriados de fala e de escuta, em contextos públicos, dificilmente ocorrerá se a escola não tomar para si a tarefa de promovê-la.
Outro ponto muito importante a ser trabalhado, é a leitura ela pode ser feita de várias maneiras, através de imagens, de textos críticos, leituras infantis, contos, parlenda existem muitos tipos de textos que podem ser trabalhados com as crianças, mas para incentivar a leitura tem que ser textos que estimulem a curiosidade deles.
A leitura é um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, emoções e sentimentos de forma prazerosa e significativa. Uma maneira que o livro nos mostra para estimular a escrita e a leitura seria a produção de textos. Os alunos produzem seus textos e em seguida fazem uma leitura compartilhada dessa atividade, e através disso vimos que os conteúdos do livro didático estão organizados de uma maneira a favorecer o uso- reflexão-uso.
E com este trabalho percebemos a grande importância do livro didático, e também compreendemos que o livro deve ser bem escolhido pelo professor, porque será o seu suporte para dar suas aulas, mesmo com a sua importância o professor jamais deve se prender ao livro didático.
                                                                                                 
Grupo da Elaine, Franciely Cristina, Josilene Borges, Roseni Tristao, Rosiane Lucas e Simone Ribeiro    

sábado, 10 de novembro de 2012

O Ensino de Português na Prática.

Com intuito de conhecermos a prática, após estudado a teoria, fomos incumbidos  de desenvolver o trabalho de língua portuguesa, envolvendo a oralidade, escrita juntamente com a linguística trabalhada nos textos estudados.
No primeiro momento pesquisamos sobre a alfabetização em Paulo Freire, que nos mostrou a necessidade do professor trabalhar o contexto real com o aluno.  Após as explicações referentes ao trabalho em sala de aula sobre a Língua Portuguesa, nosso grupo observou que o trabalho com a língua oral e escrita deve estar presente em todo o processo de ensino e aprendizagem dos alunos.
Baseado nos estudos dos livros didáticos apresentados em sala de aula foi possível perceber que os livros didáticos trazem uma sequencia didática que favorece o ensino do aluno de forma contextualizada, apesar de não termos feito análise nas séries iniciais, notamos que no primeiro ciclo do ensino fundamental, o professor acompanha mais de perto, construindo o saber juntamente com o aluno, o que é menos frequente nos anos finais em que os alunos já trabalham mais individualmente.
Sendo que no ensino médio é cobrado algo que eles nem aprenderam no ensino fundamental devido a este precário acompanhamento do professor, pois quando há esse procedimento desde a primeira etapa de ensino, nas demais o aprendiz estará mais apto a praticar o que aprendeu.
Na turma que pesquisamos, 9º ano, o livro didático trazia uma  sequência didática  coerente com os objetivos proposto para o nível de ensino;  trazia ainda várias situações comunicativas, como diálogo, leitura compartilhada, trabalho com a oralidade e a escrita dentro de vários contextos culturais,  além dos gêneros como  poéticos, informativos etc.
Com relação às atividades propostas, ela é colocada de forma problematizadora, incluindo a linguística como os fonemas em algumas palavras. O livro trouxe também temas transversais, dentro do contexto do dia a dia do aluno com intuito de provocar nele a reflexão seguido de uma interpretação a ser construída.
Em relação à leitura é muito importante o professor apresentar a diversidade textual, a fim de que os alunos desde cedo aprendam a interpretar a escrita, não se tornando, assim, analfabetos funcionais, ao contrário, é preciso oferecer aos alunos inúmeras oportunidades de aprenderem a ler usando os procedimentos dos bons leitores. O trabalho com a leitura de imagens facilita a interação dos alunos que ainda não dominam a escrita, mas devem ser incluídos desde cedo no processo de leitura para auxiliar na expressão do conhecimento dos alunos.   
O desenvolvimento da oralidade, a leitura e a escrita está previsto nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), com o intuito de aperfeiçoar a prática pedagógica na sala de aula, contribuindo para uma formação participativa dos educandos nas atividades do cotidiano escolar.
Com intuito de conhecermos a prática, após estudado a teoria, fomos incumbidos  de desenvolver o trabalho de língua portuguesa, envolvendo a oralidade, escrita juntamente com a linguística trabalhada nos textos estudados. No primeiro momento pesquisamos sobre a alfabetização em Paulo Freire, que nos mostrou a necessidade do professor trabalhar o contexto real com o aluno.  Após as explicações referentes ao trabalho em sala de aula sobre a Língua Portuguesa, nosso grupo observou que o trabalho com a língua oral e escrita deve estar presente em todo o processo de ensino e aprendizagem dos alunos.
Baseado nos estudos dos livros didáticos apresentados em sala de aula foi possível perceber que os livros didáticos trazem uma sequencia didática que favorece o ensino do aluno de forma contextualizada, apesar de não termos feito análise nas séries iniciais, notamos que no primeiro ciclo do ensino fundamental, o professor acompanha mais de perto, construindo o saber juntamente com o aluno, o que é menos frequente nos anos finais em que os alunos já trabalham mais individualmente. Sendo que no ensino médio é cobrado algo que eles nem aprenderam no ensino fundamental devido a este precário acompanhamento do professor, pois quando há esse procedimento desde a primeira etapa de ensino, nas demais o aprendiz estará mais apto a praticar o que aprendeu. Na turma que pesquisamos, 9º ano, o livro didático trazia uma  sequência didática  coerente com os objetivos proposto para o nível de ensino;  trazia ainda várias situações comunicativas, como diálogo, leitura compartilhada, trabalho com a oralidade e a escrita dentro de vários contextos culturais,  além dos gêneros como  poéticos, informativos etc.
Com relação às atividades propostas, ela é colocada de forma problematizadora, incluindo a linguística como os fonemas em algumas palavras. O livro trouxe também temas transversais, dentro do contexto do dia a dia do aluno com intuito de provocar nele a reflexão seguido de uma interpretação a ser construída.
Em relação à leitura é muito importante o professor apresentar a diversidade textual, a fim de que os alunos desde cedo aprendam a interpretar a escrita, não se tornando, assim, analfabetos funcionais, ao contrário, é preciso oferecer aos alunos inúmeras oportunidades de aprenderem a ler usando os procedimentos dos bons leitores. O trabalho com a leitura de imagens facilita a interação dos alunos que ainda não dominam a escrita, mas devem ser incluídos desde cedo no processo de leitura para auxiliar na expressão do conhecimento dos alunos.   
O desenvolvimento da oralidade, a leitura e a escrita está previsto nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), com o intuito de aperfeiçoar a prática pedagógica na sala de aula, contribuindo para uma formação participativa dos educandos nas atividades do cotidiano escolar.

 Postado pelo grupo da Claudenice

Ensino de Língua Portuguesa - oralidade, escrita e leitura


A oralidade, a leitura e a escrita estão presentes em nosso cotidiano de forma articulada. Uma contribui para o desenvolvimento da outra. Diante disso, uma das principais tarefas da escola é fazer com que todos os educandos tenham o conhecimento e o domínio das múltiplas funções da linguagem, pois esta possui diferentes manifestações e tem por objetivo a ação da comunicação entre as pessoas. 
Sendo assim, após as explicações referentes ao trabalho com a Língua Portuguesa no Ensino Fundamental, observamos que a língua oral e escrita deve estar presente em todo o processo de ensino e aprendizagem. Sabendo que o professor deve valorizar o conhecimento dos alunos, o trabalho pode então se desenvolver de forma diversificada. Em relação à leitura é importante apresentar as diversidades textuais, a fim de que os alunos desde cedo aprendam a interpretar a escrita, não se tornando, assim, analfabetos funcionais.
O trabalho com a leitura de imagens facilita a interação dos alunos que ainda não dominam a verbalização da escrita, desde que eles sejam incluídos desde cedo no processo de leitura, proporcionando assim, um auxílio na expressão de seu conhecimento. No que se refere à escrita, o aluno pode ser instigado a escrever e re-escrever a fim de analisar os erros gramaticais, a coerência e a coesão textual para que se possa produzir um texto de qualidade. Quando o aluno ainda não está alfabetizado, é importante propor atividades que explorem os diversos gêneros textuais para que nele desperte a curiosidade e inicie a escrita, mesmo que não seja da forma convencional.
Falar em público não é tarefa fácil, e cabe à escola desenvolver esta habilidade nos educandos desde os anos iniciais da educação básica. Para isso é importante que o professor proporcione momentos de brincadeiras, jogos e seminários, debates para desenvolver a expressão e a comunicação. Desenvolver a oralidade, a leitura e a escrita está previsto nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), com o intuito de otimizar a prática pedagógica na sala de aula, contribuindo para uma formação participativa dos educandos nas atividades do cotidiano escolar que privilegiam o uso-reflexão-uso da Língua Portuguesa. 
Diante da exposição do tripé da Língua Portuguesa, chegamos a conclusão da importância de inserir o aluno no processo de ensino-aprendizagem, desenvolvendo um conhecimento significativo como: trabalhos em grupos, debates, contação de histórias, dramatização, considerando o nível de desenvolvimento cognitivo do aluno. Sendo assim um sujeito atuante, que sente liberdade, prazer e gosto em ser alfabetizado, sentindo-se valorizado ao participar desse processo.
  
Postado pelo grupo da Ludimila.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012


Ensinar  língua  portuguesa  de  acordo  com  a  realidade  do  aluno

A alfabetização, considerada em seu sentido restrito de aquisição da escrita alfabética, ocorre dentro de um processo mais amplo de aprendizagem da Língua Portuguesa. Esse enfoque coloca necessariamente um novo papel para o professor das series iniciais: o professor de língua portuguesa.
No inicio do semestre trabalhamos com vários artigos de revistas, onde cada grupo ficou encarregado de apresentar em sala de aula para todos os colegas. O nosso grupo apresentou um artigo da Revista Nova Escola cujo titulo é, “Alfabetização: combinação perfeita”, este falava sobre várias formas do professor alfabetizar seus alunos.   Umas dessas formas é o professor fazer uma relação com o nome dos alunos, exposto em um cartaz, onde a criança poderá estar comparando seu nome com o do colega; a outra seria mostrar uma imagem, por exemplo: um cachorro, pedir para que as crianças escrevam o nome desse animal, após analisar o que cada um escreveu e intervir de forma que a criança entenda e não se sinta envergonhada em público.
Dando sequencias, a professora dividiu a turma em 4 blocos sendo eles: A linguística e o ensino do português , a fala, a escrita e a leitura, ficamos com uma leitura de Cagliari sobre a fala, compartilhamos em sala. O professor deve sempre partir do que o aluno já sabe, e mostrar a criança que cada uma tem a sua língua, onde assim não há certo e nem errado. A vida de uma língua está na fala, e precisa ser manipulada. A escrita se ensina e a fala é nata. Estudamos as hipóteses de escrita no processo de alfabetização da criança e compreendemos a natureza alfabética do sistema de escrita. No processo de alfabetização existem 4 níveis, o pré- silábico, silábico, silábico alfabético e alfabético. É muito importante que o professor saiba identificar cada fase do aluno, para que assim possa ajudar com atividade adequada para o desenvolvimento em cada nível.  
 A nossa última atividade foi relacionada ao livro didático e os PCNs, percebemos que existem excelentes livros didáticos, mas depende do professor buscar atividades para complementar o estudo de suas crianças. Nesse sentido, precisa-se de um professor leitor, e bem capacitado para assumir uma sala de aula, alfabetizar não é fácil, exige muito do professor, mas nada é difícil quando se faz com amor.

 “Ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.”
Paulo Freire 
Jogos Educativos:
Postado pelo Grupo da Silvia.                                                               

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

A Busca de nossa existência



A Busca
Somos gente em nossos semelhantes algo indescritível,que as vezes até existem em nos mesmo.Mas na verdade, não conseguimos,saber quem somos!
-sabe por que?
É por que cada momento que nos relacionamos com as pessoas mais próximos de nos, ainda cometemos o infeliz erro de querer discutir apenas os nossos problemas, nossas desigualdade como a vida fossem um estado de guerra em busca de paz.
Creio eu,que esse tipo de vida,que nos faz encontrar em cada um de nossos semelhantes um extremo adversário.
Pois não sabemos que somos dependente de que alguém precisam nos notificar para sejamos capaz de descobrir o nosso próprio valor.
Quando conseguimos à ser diferente ou seja fazer coisas novas,ser criador de nossos próprio pensamento!
Ai sim, somos alvo do publico que murmuram!
-Olha lá...
O que ele faz ali?
Essa pergunta o que ele faz ali,é uma pergunta que não tem respostas.Sabes por que? É por que estes mensageiros poderão ser a fonte de uma nova mudança.
Sabes qual é o nome da fonte de crescimento do ser humano? Ai sim...e muitos se pergunta.Que mistério é esse,que apenas contradiz o que achamos importante:
Penso eu que nosso fracasso esta ligado no que ainda achamos.
Por que somo indeciso em tudo em que realizamos ou vamos realizar.
Outro momento em que presenciei ,foram as de nossas existência mesmo sendo gente nós perguntamos:que gente que somos? Que ninguém nos vejam como gentes.
Na verdade somos um ser desconhecido que só o tempo,a distância as lembranças e todos os momentos em que vivemos que podem nos distinguir.
E, o nosso pensamento, devam ser um espírito criador do nosso próprio mundo.

                                            Autor  Manoel Marinho
                                            Colorado D´Oeste-2012

A vos do pensamento



A voz do pensamento:

LITERATURA DE CORDEL:
 1-Começo neste momento,
Dar vida a imaginação.
Falo de quem nasce chorando,
Com lagrima de emoção:
E,no berço de ouro cresce,
O valor do amor e paixão.
2-Sabemos que o pensamento,
É um veiculo do futuro.
Mas, ainda somos um condutor,
Que procura um ponto seguro.
Quem nasce há luz do sol,
Tem medo do escuro.
3-Nossas historias  são feitas;
De  buscas e contradição.
Somos semelhantes de Deus,
 O pai da criação.
O mestre nos ensinou
Há busca a libertação.
                                                              Manoel Marinho 
                                                             ColoradoD´Oeste 2012